Olá.

Hoje vou escrever sobre duas obras que mudaram minha perspectiva sobre as formas de (sobre)viver nesse mundo louco.

Uma delas é um livro chamado “O poder dos inquietos”. Esse aqui:

O poder dos inquietos

Sabe quanto tu está no meio de um dilema muito difícil de ser resolvido e pensa: “por que ninguém escreveu um manual de vida ainda?”. Pois então, Chris Guillebeau foi lá e fez. O livro inteiro mais parece uma conversa com aquele amigo decidido a seguir as suas próprias regras explicando como ele fez dar certo tudo isso. Eu lia enquanto quase chorava e pensava: “CACETA, não é mesmo utopia minha. Um cara em algum lugar desse planeta conseguiu. Então… O que me impede?”

Pra mim foi tão bom ter lido isso que agora, que já tô mais decidida sobre minha vida, tô lendo novamente só pra fazer as coisas se tornarem reais.

 

A segunda obra é um filme chamado “I am”. Ouvi sobre ele e outros 5 ou 6 no meio da palestra mais emocionante que já tive o prazer de a/participar e esse nome não parou de martelar na minha cabeça até o dia em que resolvi assistir. Quem produziu esse filme foi nada mais nada menos que Tom Shadyac, um dos diretores mais bem-sucedidos do mundo do cinema. Ele era mais um desses caras que trabalhava duro, ganhava seu dinheiro, vivia um vida normal e etc e tal. Até o dia em que dirigiu um filme com Jim Carrey. Aí tinha tanto dinheiro na conta desse homem que só o espaço da casa e do quintal dele deveria ser equivalente ao espaço inteiro da cidade em que eu nasci. E o tal do Tom foi fazendo tipo Michael Jackson: passeava por aquelas lojas gigantes apontando pra um lado e pra outro “quero esse lustre, aquela mesa, essa bateria (olha, que coisa mais bonitinha), aquela arara inteira de ternos também não seria nada mal, esse manequim aqui pode comprar com o traje e tudo… Será que aquele toboágua iria combinar com o da piscina 3 lá de casa?”. Chegou num ponto que ele percebeu que tinha tanto dinheiro que dava pra sustentar sua família pelas próximas três gerações e ainda assim sobrava. E, ao contrário do que todo mundo sempre disse, isso não fez dele uma pessoa feliz. Mas… Por quê?

Foi da busca atrás dessa resposta que surgiu esse documentário. Ao contrário do que tu pode estar pensando, não são “só” respostas emocionais que são mostradas aqui. São uma combinação entre emoção e ciência. Há provas e experimentos sobre tudo. É fantástico.

Eu, particularmente, gostei tanto, que obriguei minha família inteira a assistir isso. Eu disse: “Prestem bem atenção nessa história. Tudo o que vocês sempre me perguntam foi respondido nessas horas de filme”. E eles nunca mais me questionaram ou tentaram me desencorajar sobre as minhas decisões pra minha vida. Ok, uma vez ou outra me olham com uma cara bem preocupada, mas pelo menos não querem mais me obrigar a fazer concurso público e matar 8h do meu dia em uma rotina estressante até os meus 75 anos. Tudo ficou bem mais leve.

Espero que essas obras ajude alguém aí do outro lado também da mesma forma que me ajudou. Se eu pudesse, mostraria isso ao mundo inteiro. Às vezes, uma dose de coragem é tudo que a gente precisa pra transformar.

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