Realidades em série

Na sacada, ao meu lado, uma faixa enorme e colorida de parabéns. Cada vez que olho pra lá, ainda parece meio surreal as palavras que aquelas letras formam. Primeiro lugar? COMO ASSIM?

Tudo que deu errado durante o ano, a maioria das preocupações que eu tinha, parecem se encaixar exatamente no seu lugar agora, quando paro pra olhar pra trás. Algumas respostas estavam, talvez, mais à frente das próprias perguntas e é nessas horas que eu me pergunto pra onde eu olhava que não vi isso antes.

As matérias que eu mais gosto no colégio eram as que mais tinham valor no meu curso, no vestibular. O próprio curso de Fotografia, existente há apenas dois anos, é simplesmente tudo que eu poderia imaginar e mais um pouco. Desde pequena, quando as únicas máquinas disponíveis eram as analógicas, desenvolvi um certo gosto por fotografar. Conforme fui crescendo, e as câmeras digitais foram surgindo, o gosto se transformou em hobby. Transformar hobby em profissão é… Perfeito demais

pra ser verdade. Se agora, que chegou a minha vez de

decidir a vida, essa possibilidade existe, o meu trabalho é tornar ela real. E é isso que eu vou fazer. Licença.

PS.: Sim, aquele único dígito no meu boletim de desempenho foi uma surpresa DAQUELAS. Eu tava com medo de não passar. SÉRIO.

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